| DENTRO DO ABISMO |
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Morria...
O abismo embaixo, esboroadas
Fauces horríveis para o espaço abria, E eu suspenso no vácuo, as mãos pousadas Nas margens negras, já sem fé morria. Sei
que caí mas
que, ao cair, sagradas Eras tu! Amparaste-me a fugiste: E clamo e gemo...que cruel contraste! |
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Evangelho
de Moço, 1905 |
| Desenho de Gustave Doré |